
Sábado, 6h00. Começo o dia com um pensamento que me ocorre uma vez por semana, ou mais, de acordo com o senso de humor e o nível de estress do período.
"Será que é isso mesmo o que eu quero da vida?".
Entre uma tarefa e outra, construo mentalmente como se adequariam a mim as tantas outras milhões de possibilidades profissionais. Reforço algumas poucas certezas. Definitivamente, quero lidar com gente. Não sei me descrever, mais sei que sou avessa aos números, às exatidões e a tudo que se repete cotidianamente, previsivelmente, sem nenhuma gota de frescor, de novidade.
Movimento, gente, novidade, ação! Quero isso e muito mais.
Por enquanto o jornalismo me serve. Afinal, de que outra forma conheceria tantas pessoas, tantas teorias, tantas histórias, e tantos exemplos do que eu não quero, em pleno horário de serviço e sem estar sendo negligente?
Tá. Entedia, às vezes. Mas, vez ou outra, o imprevisto surge desafiando a chata da apatia e, em minutos, traz à tona aquele gosto indescritível. Aquele gosto por estar ali, documentando, relatando, informando a coisa toda. E por alguns milésimos de segundos tudo faz sentido e as dúvidas se esvaem......
Depois ressurgem, mais complexas e latentes que antes....
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Encontrei esse vídeo num blog, não por acaso, de fotografia.
É o discurso de um cara importante, um alguém que deu certo porque seguiu suas intuições.
Embora use alguns clichês, ele suscita essa questão das escolhas, do destino e da vida.
Quando passou por sua pior fase, profissionalmente, amargou uma demissão e sentiu-se traido.
Com o tempo livre, passou a inventar e criou o que, anos depois, virou um grande patrimônio. Quando ainda na fase ruim, conheceu sua esposa e com ela, na época jovem, partilhou as dificuldades e vitórias. Poderoso, Steve Jobs diz que seguir a intuição foi o maior acerto de sua vida. Foi ela quem tratou de "ligar os pontos" para que ele chegasse até esse futuro promissor.
Vale a pena ver, ele trata também de outros aspectos que transcedem o profissonal:
Continuo nessa estrada, entre dúvidas e notícias.
Veremos o que "os pontos" reservam.
Não tenho pressa.